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No "Dia Mundial da Água", no próximo dia 22, a ONG Defensoria Social promove uma manifestação contra o uso de sacolas de plástico convencional em frente a duas grandes redes de supermercado em São Paulo, a partir das 13h. O ato público, que será realizado em outras quatro cidades no país, também marca o lançamento da campanha No Plastic Pollution Day, que pretende despertar na sociedade uma reflexão em torno do efeito nocivo dos plásticos descartados de forma incorreta no meio ambiente, destacando que existem soluções como sacolas de pano, retornáveis, biodegradáveis, oxi-biodegradáveis e compostáveis. A expectativa é reunir 100 manifestantes em frente ao supermercado.
Serviço:
O quê: Ato público contra sacolas de plástico convencionais
Quando: Domingo, 22, às 13h
Onde: Avenida Marquês de São Vicente - Barra Funda - SP (local sede das manifestações)
Os filhotes foram apreendidos pela Polícia Federal na noite da última quinta-feira 12 no quilômetro 78 da Via Dutra, na altura da cidade de Roseiras. Eles estavam em uma mochila no interior de um ônibus que ia para Vitória (ES). A origem das tartarugas ainda é desconhecida, mas o Ibama acredita que elas sejam provenientes de criadouros clandestinos. "São animais fáceis de ser criados e, nas chamadas 'feiras de rolo', podem custar de
A chegada das 595 tartarugas ao Ibama de Lorena mostra um trabalho de preservação da natureza desconhecido por muitos. Com 13 funcionários e contando com a ajuda de voluntários, o Instituto do Ibama tem o único Centro de Triagem de animais do estado de São Paulo. É para lá que são levados os animais apreendidos, que depois são devolvidos à natureza. A maioria dos animais que chega ao Ibama para triagem são aves (90%), mas o órgão também recebe répteis, serpentes e primatas. "Chegamos a receber cerca de 30 caranguejeiras do Instituto Butantã para serem devolvidas à mata", conta Daniel. O Instituto do Ibama recebe em média 1.500 animais ao ano.
Com uma localização privilegiada, o instituto fica na Floresta Nacional de Lorena, que tem
A UBIFRANCE e a rede das Missões Econômicas da França promovem no dia 24 de março, durante a Feicon Batimat 2009, o seminário Cidades Sustentáveis. O evento terá a presença do Ministério da Ecologia, Energia, Desenvolvimento Sustentável e Urbanização do Território e outros organismos franceses, e apresentará o desenvolvimento das políticas públicas e experiência da França nesse setor. Para mostrar o case do Brasil estarão presentes o Ministério das Cidades, a Secretaria da Habitação de São Paulo e a Prefeitura de Cubatão.
A apresentação está agendada para começar às 9h e discutirá as políticas públicas de regulamentação dos agentes do setor. O objetivo será mostrar a expansão da aplicação do conceito da construção sustentável com "edifícios de baixo consumo energético" (< 50 kwh / m² / ano) e que com isso pretendem chegar até a escala de Cidade Sustentável.
No período da tarde, a exposição, fruto da parceria entre a Fundação Vanzolini e o Centro Francês Técnico da Habitação, mostrará o processo de certificação de construção ambientalmente sustentável (HQE Haute Qualité Environnementale), atualmente divulgado e gerenciado no Brasil pela Fundação Vanzolini, denominado AQUA Alta Qualidade Ambiental.
Temas: Cidades Sustentáveis, conceitos, aplicações e práticas.
Data: 24 de março de 2009
Horários: das 9h às 12h40 e das 14h às 17h30
Local: Hotel Holiday Inn Parque Anhembi Sala São Paulo I
Diminuição da variabilidade genética coloca várias espécies em risco de extinção.
Assunto será apresentado na Reunião Regional da SBPC
Plantas, animais e peixes da Amazônia podem estar correndo risco de extinção sem que a causa do problema esteja diretamente ligada à destruição do seu ecossistema. "Muitas espécies estão ameaçadas pela diminuição de sua variabilidade genética, por viverem isoladas em bolsões", alerta a bióloga Vera Maria Almeida Val, pesquisadora do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA). "É a chamada erosão genética, tão perigosa quanto a destruição de um ecossistema, mas mais lenta", diz a pesquisadora que falará sobre esse assunto em uma palestra no dia 19 de março, durante a Reunião Regional da SBPC em Tabatinga evento que a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência promove de
Segunda a pesquisadora, uma estrada que corta uma floresta ou um lago que se forma separado do fluxo de um rio podem parecer inofensivos para a sobrevivência das espécies desses ecossistemas, mas não são. "Quando se criam 'bolsões' em ecossistemas há um aumento de consanguinidade entre as espécies, o que diminuí sua capacidade de adaptação e eleva o risco de extinção", explica. "Qualquer fator que bloqueie o fluxo gênico de uma espécie pode levar à erosão genética".
Especialista em ecofisiologia de peixes, a pesquisadora conta que o INPA e outras instituições de ensino superior da Amazônia vêm realizando diversas pesquisas com peixes comerciais da região para avaliar a erosão genética
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