segunda-feira, 18 de maio de 2009

Educação Ambiental é um dos temas do Viva a Mata 2009

 

No dia 27 de maio é comemorado o Dia Nacional da Mata Atlântica e para celebrar a data, a Fundação SOS Mata Atlântica preparou três dias de seminários, oficinas, brincadeiras, teatro, exposição, mobilizações e debates, na quinta edição do Viva a Mata¸realizado na Marquise e na Arena de Eventos do Parque do Ibirapuera, em São Paulo.

 

No terceiro dia do evento (24 de maio) os visitantes poderão participar da Roda de conversa sobre o projeto Mata Atlântica Vai à Escola, das 09h às 11h, no auditório Oca. O programa consiste em capacitar professores e alunos do ensino fundamental em temas relacionados à conservação ambiental. O debate será dirigido pela coordenadora do programa, Beatriz Siqueira e pela convidada, Andrée de Ridder Vieira - coordenadora do Instituto Supereco. A ação contará também com a participação dos professores envolvidos no Programa desde o ano de 2007.

 

Ainda no domingo - no período da tarde, das 12:30hs às 14:30 hs, o público terá a oportunidade de participar da atividade de educação ambiental "Salve-se com um abraço - cooperando com os muriquis", dinâmica divertida e descontraída voltada para todas as idades e preparada pelo Instituto Supereco com o objetivo de ampliar os conhecimentos sobre a fauna brasileira e espécies ameaçadas de extinção, além de incentivar a formação de grupos de ação ou clubes ecológicos em defesa da conservação.

 

Durante a dinâmica, será apresentada aos participantes a história do macaco muriqui - espécie existente apenas em áreas de Mata Atlântica, no Brasil, altamente ameaçada de extinção, que vive em grupos e, quando se sente ameaçada, abraça seus companheiros, formando verdadeiros cachos de macacos nas árvores. A atividade estimula o trabalho de cooperação, de amizade, de igualdade, da união entre as pessoas por um mesmo objetivo e a importância do verdadeiro abraço por uma causa.

 

Serviço

 

Roda de Conversa

Data: 24 de Maio (domingo)

Horário: das 09h às 11h

Local: Auditório Oca

 

Atividade Salve-se com um abraço

Data: 24 de Maio (domingo)

Horário: das 12:30hs às 14:30 hs

Local: Espaço Arena

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Artigo - Sustentabilidade e a indústria do plástico, por Merheg Cachum

 
 

Sustentabilidade e a

indústria do plástico

 

                           Merheg Cachum*

 

Está sendo elaborado o Manual de Produção Mais Limpa para a Indústria de Transformação de Material Plástico, cujo lançamento deverá ocorrer no segundo semestre deste ano. O objetivo da publicação é orientar as empresas quanto à atenuação na fonte e destinação correta dos resíduos, economia de matéria-prima, energia elétrica, água e ar comprimido, bem como a recuperação e reciclagem de materiais. Trata-se de trabalho do Sindiplast (Sindicato da Indústria do Plástico), em parceria com a Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental) e a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo).  

O trabalho, do qual têm participado várias indústrias transformadoras de material plástico, é uma resposta do setor ao inadiável desafio da sustentabilidade. Trata-se de iniciativa que também demonstra ser absolutamente possível a mobilização articulada da sociedade e do setor público, visando ao bem comum, à melhoria da qualidade da vida e ao desenvolvimento responsável, com respeito ao meio ambiente e à salubridade dos ambientes de trabalho.

A mobilização do ramo de transformação do plástico em prol da produção mais limpa e ecologicamente correta é muito relevante para toda a indústria brasileira. Isto, porque o setor, o sétimo maior da economia nacional, está presente em praticamente todos os segmentos da manufatura e cadeias de suprimentos, incluindo os automóveis, eletroeletrônicos, linha branca, computadores, construção civil e embalagens, dentre outros.

O plástico, portanto, é componente destacado de uma infinidade de bens e produtos destinados ao consumidor final. Assim, é insumo de alta demanda e cuja produção limpa reflete-se de maneira muito ampla e abrangente nos sistemas produtivos. Considerando ser a responsabilidade socioambiental uma exigência cada vez mais recorrente entre clientes, fornecedores de matérias-primas, fabricantes e o consumidor, é crucial que esteja presente na transformação do plástico, por seu efeito multiplicador no contexto geral da indústria.

A produção mais limpa no setor vai ao encontro do mais contemporâneo conceito de desenvolvimento sustentável, ou seja, um fator condicionante à longevidade do ser humano, no contexto de uma sociedade global mais próspera, justa e harmoniosa. A equação da sobrevivência implica, necessariamente, a convivência harmoniosa da produção com a preservação ambiental e dos recursos naturais.

Desse modo, é lamentável constatar que tais conceitos parecem ainda não ter sensibilizado unanimemente as lideranças mundiais. Assim, é fundamental continuar disseminando a consciência sobre esses valores. Para isso, nada melhor e mais eficaz do que a prática do chão de fábrica, em um setor tão abrangente e de alta capilaridade. Estimular esse processo é o propósito do Manual de Produção Mais Limpa para a Indústria de Transformação de Material Plástico.

Além dos benefícios intrínsecos à responsabilidade socioambiental, o conceito de produção mais limpa contribui para a redução de custos, melhoria da produtividade, pesquisa e desenvolvimento de novos materiais e tecnologia avançada. Ademais, torna possível que numerosos setores atendam a um dos requisitos mais fundamentais do marketing atual: empresas ecologicamente corretas agregam muito valor à sua imagem e desfrutam de vantagens comerciais, considerando que o consumidor-cidadão valoriza muito os princípios éticos, ambientais e politicamente corretos.

Por todos esses aspectos, o compromisso relativo ao desenvolvimento sustentável, que consiste em gerar riquezas com responsabilidade ambiental e social, precisa agregar-se de modo definitivo ao rol de prioridades da indústria, a começar pelos segmentos fornecedores de insumos e componentes, como o do plástico. A presente civilização somente será vencedora no enfrentamento do desafio da sustentabilidade se todos entenderem o quanto é crucial fazer a sua parte na viabilização do futuro.

 

*Merheg Cachum é presidente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) e do Sindicato da Indústria do Plástico (Sindiplast).

A Billings vive com você

 

Com produção de água reduzida, Billings armazena esgoto e lixo

 

A Universidade Metodista de São Paulo realiza amanhã (16/05), um mutirão de limpeza nas imediações da represa, em parceria com a prefeitura de São Bernardo  

 

Um dos maiores mananciais em áreas urbanas do mundo, a represa Billings, funciona com baixa capacidade de produção de água e armazena grande quantidade de poluição, devido a substituição da Mata Atlântica pelas ocupações irregulares.

 

Atualmente mais de 700 mil pessoas vivem na região, distribuídas entre os seis municípios que a represa abastece. São eles: Ribeirão Pires, Diadema, Rio Grande da Serra, São Bernardo do Campo, Santo André e São Paulo. As ocupações irregulares são um dos fatores principais da poluição das águas, que também recebem diariamente o bombeamento dos rios Tietê e Pinheiros.

 

Dados recentes do Fórum Mundial da Água, que aconteceu em março, mostram que se a humanidade não pensar em um futuro próspero de abundância de água limpa e de qualidade para todos, certamente em poucos anos já será tarde demais para se preocupar. Dois milhões de toneladas de lixo são lançados em cursos de água todos os dias. Quase 2,5 bilhões de pessoas não têm acesso a saneamento básico. (Dados completos no portal http://www.metodista.br/maiscidadania)

 

Pensando nisso, Universidade Metodista de São Paulo, realiza amanhã (16 de maio), em parceria com a prefeitura de São Bernardo do Campo, a 3° edição do Dia Mais Cidadania. Com o tema "A Billings vive com você" a entidade promoverá um mutirão de limpeza nas imediações da represa, com mais de mil voluntários, entre professores e alunos. O local de ações será no Bairro Riacho Grande, SBC, em uma extensão de 5 km.

 

Além da coleta seletiva de resíduos sólidos da represa, os voluntárias distribuirão cartilhas de educação ambiental a população local.

 

A ação contará com 10 pontos de apoio ao longo da área de trabalho, e terá a retaguarda do Corpo de Bombeiros, Guarda Civil Municipal e Ambulância cedidos pela Prefeitura de São Bernardo do Campo.

 

http://www.metodista.br/noticias/2009/maio/pro-reitor/view (Pró-reitor, Paulo Bessa, fala sobre o Dia Mais Cidadania)

http://www.metodista.br/noticias/2009/maio/secretario-fala-sobre-a-importancia-do-dia-mais-cidadania/view (Secretário de Gestão Ambiental da prefeitura fala sobre a importância do Dia Mais Cidadania)

 

Represa Billings: 84 anos de existência– O maior reservatório de água da região Metropolitana de São Paulo fez 84 anos, no dia 27/03. Criada para ser um reservatório para a geração de energia, a represa se transformou em um dos principais fornecedores de água para os municípios de Ribeirão Pires, Diadema, Rio Grande da Serra, São Bernardo do Campo, Santo André e São Paulo.

Raio X da Billings

*Capacidade de abastecimento: 1,3 milhão de pessoas (Sabesp)

Espelho d'água: 106,6 km

Volume de armazenamento: 995 milhões de m3

Vazão: 4,7 m3

Volume: Total da Represa Billings, incluindo o braço do Rio Grande
Vazão: Média anual 2006
[1]

 

Serviço

Dia Mais Cidadania

Dia: 16 de Maio

Horário: Das 9h às 16h.

Local: Represa Billings – São Bernardo do Campo

Informações Portal Mais Cidadania Metodista: http://www.metodista.br/maiscidadania ou pelo Telefone: 4366-5602
Tel.: 55 11 34559296
Celular: 55 11 91286378
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terça-feira, 12 de maio de 2009

Região amazônica terá Rede de Pesquisa e Desenvolvimento de Biocosméticos

Com objetivo de estimular a pesquisa dos recursos naturais da região amazônica para desenvolvimento de insumos e produtos biocosméticos e fitoterápicos, os estados do Pará, Maranhão, Amazonas e Acre e Tocantins lançaram, no início do mês de maio, a Rede de Pesquisa e Desenvolvimento de Biocosméticos, a Redebio.

O papel da Redebio é o de articular instituições de pesquisa a empresas e comunidades para transformar recursos naturais em produtos com maior valor agregado. A idéia é garantir a transferência de conhecimento e tecnologia para o setor produtivo. Na primeira etapa, com duração de dois anos, serão investidos R$ 7,2 milhões em pesquisas voltadas à aplicação na indústria de andiroba, copaíba, castanha do Pará e babaçu.

A iniciativa vai favorecer também a agricultura familiar já que as espécies agrícolas são cultivadas por comunidades tradicionais. A Redebio poderá certificar esses produtos aumentando as possibilidades de escoamento da produção.

No edital, a ser publicado em 11/5, as Fundações de Amparo à Pesquisa do Pará (Fapespa), Amazonas e Maranhão se comprometem a custear R$ 6,3 milhões com doações de R$ 2,1 milhões, cada. Já a Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado do Tocantins financiará R$ 600 mil e a Fundação de Tecnologia do Estado do Acre, R$ 300 mil.

De acordo com o presidente da Fapespa, Ubiratan de Holanda Bezerra, existe a necessidade de transferir conhecimento e tecnologia para as micros, pequenas e médias empresas, que atuam no mercado com estes insumos, mas de forma pouco competitiva. "Já estamos negociando o lançamento de um segundo edital focado na transferência de tecnologia e agregando empresas destes segmentos", complementou Bezerra.

 

Pará cria banco de dados de mudas florestais

 

O banco de dados mais completos sobre as mudas florestais do Pará deverá ser concluído ainda este mês. A iniciativa faz parte do programa "Um bilhão de árvores para a Amazônia" e pretende reunir todas as informações sobre os viveiros de mudas produzidas no Estado, permitindo maior controle e planejamento da produção de mudas florestais em todo o Estado.

O trabalho, realizado pelo Instituto de Desenvolvimento Florestal do Pará (Ideflor), permitirá o controle desde a aquisição da semente até a saída da muda florestal. Informações como a região em que a muda foi produzida, quantidade e famílias atendidas pela atividade, resultarão no perfil da demanda de cada região e, determinarão o direcionamento específico da produção das sementes, como açaí (frutífera), cedro (madeireira) ou oleaginosa (copaíba).

A produção de sementes é o primeiro estágio para a comercialização de mudas florestais. Ainda neste semestre, os municípios de Marabá, Tailândia e Altamira contarão com laboratórios de sementes, que fomentarão a produção de viveiros de mudas florestais. Desde setembro do ano passado, o Ideflor promove cursos de capacitação de fornecedores certificados de sementes e mudas em todo o Estado. Até o final do ano, 400 pessoas estarão aptas para exercer as atividades.

As espécies estudadas terão as informações disponíveis no site do Ideflor (www.ideflor.pa.gov.br).

 

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Osasco/SP ganha primeira Usina de Reciclagem de Entulho

 

O empreendimento, que promete diminuir problemas ambientais, recebeu investimentos sociais de R$ 582 mil da Fundação Banco do Brasil

Brasília, 11 - A inauguração da primeira Usina de Reciclagem de Entulho de Osasco/SP – UREOSASCO, promete diminuir problemas ambientais, melhorar a qualidade de vida no município e gerar postos de trabalho. O evento acontece na quarta-feira, 13, às 15h, na Rua Sérgio Ribeiro da Silva, S/N, bairro Portal D'Oeste II.
O empreendimento é uma iniciativa do Instituto Nova Ágora de Cidadania (Inac) e parceiros. A Fundação Banco do Brasil realizou investimentos sociais de R$ 582 mil na obra. Os recursos foram utilizados na construção, na criação da infraestrutura – portaria, sala de administração com computadores e impressora, cozinha, vestiário, banheiros, veículo, cercamento da área e sistemas de iluminação e irrigação – e na aquisição dos equipamentos da unidade.

O entulho colocado em terrenos baldios, margens de rios ou ruas das periferias provoca enchentes, poluição visual, proliferação de doenças e degradação da qualidade de vida.

Na UREOSASCO, argamassa, tijolos, telhas, materiais cerâmicos, concreto ou terra provenientes de escavações ganham nova utilização e detêm bom valor comercial. "Hoje, o preço desses reciclados oscila entre R$ 17 e R$ 25 a tonelada", afirma o auditor ambiental Carlos Roberto Matos Leal, presidente do Inac.

Ele explica o funcionamento da Ureosasco: "Metade da capacidade de recebimento de entulho e produção de reciclados será disponibilizada, como contrapartida do projeto, para a prefeitura. Os outros 50% serão utilizados na geração de receita para a sustentabilidade da iniciatiava", diz.

A Prefeitura municipal, o governo federal e a Companhia de Seguros Aliança Brasil (BB Seguros) são os demais parceiros da Ureosasco, que criou doze postos de trabalho diretos. Cada trabalhador terá direito a vale transporte, cesta básica e um salário médio de R$ 563.

Serviço:
Inauguração da Usina de Reciclagem de Entulho de Osasco – UREOSASCO
Data: 13/05/2009
Horário: 15h
Endereço: Rua Sergio Ribeiro da Silva S/N, bairro do Portal D'Oeste II,  Osasco/SP.

POLÍTICA É TEMA NO VIVA A MATA 2009


Encontro verde

 

Para comemorar o Dia Nacional da Mata Atlântica (27/05), a Fundação SOS Mata Atlântica promove, entre os dias 22 e 24 de maio, o Viva a Mata – mostra de iniciativas e projetos em prol da Mata Atlântica-, das 09h às 18h, na Marquise e Arena de Eventos do Parque Ibirapuera. No sábado (23/05), será debatido o tema "Reserva Legal na Mata Atlântica" com a Frente Parlamentar Ambientalista, das 15h30 às 16h30, moderado por Mario Mantovani, diretor de Mobilização da SOS Mata Atlântica.

 

Na ocasião, também serão debatidas as questões sobre a tentativa de alteração no Código Florestal Brasileiro pelo Ministério da Agricultura, Confederação Nacional da Agricultura e setores que têm apresentando o meio ambiente como impedimento para as atividades da agricultura no Brasil. Com o objetivo de elaborar resistências e estratégias de atuação e mobilização na defesa da manutenção intransigente do Código Florestal Brasileiro, o debate contará com a participação de Antônio Herman Benjamin, ministro do STJ; José Sarney Filho, deputado federal e coordenador da Frente Parlamentar Ambientalista; o deputado federal Jorge Khoury; e outras autoridades do Parlamento. O debate visa levar o assunto ao público em geral e não só as partes diretamente envolvidas, podendo sensibilizar os participantes para a campanha, mobilizando o Congresso Nacional.

 

Neste ano, o Viva a Mata será integrado a Semana da Mata Atlântica, organizada pelo Ministério do Meio Ambiente, Rede de ONGs da Mata Atlântica e a Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, que terá parte das atividades abertas ao público e algumas reuniões fechadas, no Museu Afro Brasil, também no Ibirapuera. A Semana da Mata Atlântica conta com a presença do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc.

 Mais informações pelo e-mail comunicacao@sosma.org.br,

 

Lei do Cerrado para Estado de So Paulo aprovada na Assembleia Legislativa


 

Esta é a primeira vez que um Estado brasileiro cria uma Lei específica para o bioma

A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo acaba de aprovar a Lei de Proteção ao Cerrado. Esta é a primeira vez que um Estado brasileiro cria uma lei específica para este tipo de bioma. Com isso, São Paulo passa a ter critérios mais rígidos que o próprio Código Florestal Brasileiro no que diz respeito à utilização e preservação do Cerrado.

Em um momento em que se discute a polêmica legislação florestal própria criada pelo Estado de Santa Catarina, a aprovação desta Lei em São Paulo demonstra a preocupação em garantir a sobrevivência deste bioma criticamente ameaçado. Atualmente, o Estado possui somente 0,84% de área de Cerrado – equivalente a 211 mil hectares -, ante a ocupação original de 14% do território paulista – 3,4 milhões de hectares.

Em 11 de setembro do ano passado, no Dia Nacional do Cerrado, a secretaria do Meio Ambiente já havia demonstrado que iria endurecer a lei para garantir a proteção do bioma ameaçado, quando publicou uma resolução que suspendia por 6 meses a supressão de vegetação em áreas de Cerrado.

Com a nova lei, ficam mais severas as restrições nos licenciamentos em áreas de Cerrado, estando proibido qualquer tipo de intervenção em áreas de Cerradão - vegetação com mais de 90 % de cobertura do solo - e Cerrado Strictu-sensu  - vegetação que apresenta estrato descontínuo, composto por árvores e arbustos geralmente tortuosos.