sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Salão Internacional de Humor sobre Meio Ambiente - inscrições abertas até 18 de abril

 
Inscrições abertas para o ECOCARTOON 2009

Ilustradores em geral, amadores ou profissionais, de nacionalidade brasileira ou estrangeira podem se inscrever na 2ª edição do Salão Internacional Pátio Brasil de Humor Sobre o Meio Ambiente. O tema desta edição é "Poluição Urbana"

Conscientizar as pessoas a respeito da responsabilidade ambiental, de forma crítica e bem humorada, é o principal foco do 2º Salão Internacional Pátio Brasil de Humor Sobre o Meio Ambiente – ECOCARTOON, que será realizado na semana de comemoração ao Dia Internacional do Meio Ambiente. O tema desta edição do concurso é a "Poluição Urbana" e podem ser inscritos trabalhos como charge, cartum, caricatura e tiras de humor. As inscrições e entrega do material devem ser feitas até 18 de abril.

O formulário para inscrição ficará disponibilizado no site www.ecocartoon.com.br. Os trabalhos deverão ser enviados via internet, pelos Correios ou entregue diretamente na administração do Pátio Brasil, em Brasília, juntamente com a ficha de inscrição preenchida. A inscrição é gratuita e será efetivada no ato da entrega do trabalho. O julgamento das obras ocorrerá no dia 18 de maio e a exposição dos trabalhos selecionados será realizada de 3 a 21 de junho.

A 1ª edição do Salão Internacional Pátio Brasil de Humor Sobre o Meio Ambiente teve como tema o "Aquecimento Global", realizado em setembro de 2008. O concurso contou com participação de artistas de 16 países: EUA, Irã Turquia, Japão, China, Azerbaijão, Uzbequistão, Eslováquia, Ucrânia, França, Indonésia, Alemanha, Uruguai, Filipinas, Israel e Brasil. "Nossa expectativa é ultrapassar o sucesso da edição passada que recebeu cerca de 300 trabalhos e teve um público diário na exposição da ordem de 50 mil", comenta o superintendente do Pátio Brasil, Leonel Taffarel.

O projeto ECOCARTOON faz parte da política de ações socioambientais do Pátio Brasil, que devido a sua gestão ambientalmente responsável  conquistou o "Selo Verde" e é o primeiro empreendimento do setor no Centro-Oeste a conquistar a certificação ISO 14.001, a mais alta qualificação em gestão ambiental.

Para seleção e premiação das obras serão obedecidos critérios de criatividade, originalidade e pertinência com o tema proposto. A comissão julgadora selecionará, entre os trabalhos recebidos, 100 obras que serão expostas no Pátio Brasil Shopping. Destas, quatro serão premiadas, sendo três escolhidas pela comissão julgadora e uma será escolhida pelo júri popular.

Os ganhadores do concurso receberão os seguintes prêmios: o 1º lugar – R$ 4 mil; o 2º lugar – R$ 2 mil; o 3º lugar – R$ 1 mil; e o vencedor no júri popular receberá R$ 750. A divulgação dos premiados será no dia 3 de junho, na abertura da exposição, às 10h, e pelo site do evento. O regulamento e a ficha de inscrição estão disponibilizados no site www.ecocartoon.com.br.


SERVIÇO:

2º Salão Internacional Pátio Brasil de Humor sobre Meio Ambiente

Inscrições gratuitas e entrega dos trabalhos até 18 de abril

Exposição dos premiados de 3 a 21 de junho, na Praça Central do Pátio Brasil Shopping

Regulamento e ficha de inscrição: www.ecocartoon.com.br

Classificação Livre


Cláudia Alves
Assessora de Imprensa | Pátio Brasil Shopping



 

Mudanças Climáticas - FAPESP sedia workshop internacional

 
Pesquisadores do Brasil e Reino Unido discutem

Mudanças Climáticas e Empreendedorismo, em São Paulo

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e as instituições britânicas Institute of Physics (IOP) e a Royal Society of Chemistry (RSC) organizam na FAPESP, nos dias 26 e 27 de fevereiro, o workshop internacional Physics and Chemistry of Climate Change and Entrepreneurship, simpósio concebido para estimular a interação e troca de ideias e experiências entre Brasil e Reino Unido sobre mudanças climáticas e empreendedorismo. A iniciativa tem apoio da Embaixada Britânica em Brasília e da academia nacional de ciências do Reino Unido, The Royal Society. O workshop é uma das atividades do Programa FAPESP de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais e fruto da parceria Brasil-Reino Unido em Ciência e Inovação, estabelecida entre os dois países em 2006. As palestras serão proferidas em inglês com tradução simultânea para o português. 

O workshop tem o objetivo de discutir seqüestro biológico de carbono, agricultura e soluções tecnológicas em todas as áreas para reduzir emissões de gases de efeito estufa, como o uso de energia de fontes renováveis como energia solar e biocombustíveis e bioenergia, entre outras. Haverá oito apresentações de pesquisadores brasileiros e oito apresentações de pesquisadores britânicos sobre o tema.

Participam representantes das instituições organizadoras, de outras sete instituições de pesquisa britânicas – entre elas o Imperial College e as universidades de Cambridge, Bristol e Ulster –, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) e das universidades de São Paulo (USP), Estadual de Campinas (Unicamp) e Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Os professores José Goldemberg, Luiz Pinguelli Rosa, Carlos Nobre e Fernando Galembeck estão entre os participantes.

Workshop

Physics and Chemistry of Climate Change and Entrepreneurship

FAPESP, r. Pio XI, 1.500, Alto da Lapa

26 e 27/2/2009

Programação

Quinta-feira, 26/2/2009

Coordenação:    Carlos Nobre, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

9h00                      Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP

9h15                      Dipali Chauhan, International Relations Manager, IOP

9h20                      Dr Alejandra Palermo, Manager, International Projects, RSC

9h25                      Representante do Consulado Britânico em São Paulo

9h30                      Carlos A. Nobre, INPE: Introdução aos objetivos do simpósio

9h45                      Chemistry, Engineering and Climate Change

Richard Pike, Chairman, Working Party on Chemistry and Energy, (EuCheMS) and CEO, Royal Society of Chemistry

10h20                                   "A sustainable energy future: what can science do?"

José Goldemberg, Universidade de São Paulo (USP)

Coordenação:   Professor Richard Templer, Imperial College

11h15                    "Technology Transfer - Translating Research into Economic Benefit"

                                David Secher, University of Cambridge

11h50                    "World Challenges and Climate Change: the Role of Brazil"

                                Luiz Pinguelli Rosa, director da COPPE, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

12h25                    "Commercial Opportunities for Sustainable Technology to Mitigate Climate Change"

John Twidell, CEO, AMSET Centre

Coordenação:    Luiz Pinguelli Rosa

14h30                    "Synergy in food, fuels and materials production"

                                Fernando Galembeck, Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)

15h05                    "Climate Change Impacts and Opportunities in Agriculture"

Professor John Lucas, Rothamsted Research

16h00                    "Opportunities in  Brazil for Biological Carbon Sequestration"

Luiz Gylvan Meira Filho, Instituto de Estudos Avançados, Universidade de São Paulo (USP)

Sexta-feira, 27/2/2009

Coordenação:   José Goldemberg

9h00                      "Bioenergy in Brazil"

Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP

9h30                      "Enhancing Solar Disinfection of Water for Application in Developing Regions"

Patrick Dunlop, University of Ulster

10h10                   "Assessment of Solar and Wind Energy Resources in Brazil"

                               Enio Bueno Pereira, CST-INPE

Coordenação:    David Secher

11h05                   "Can We Make Lignocellulosic Biofuels Sustainable?"

Richard Templer, Imperial College London

11h40                    "Animal lignocellulosic digestion as a model for new technologies and standards in the enzymatic hydrolysis of sugarcane bagasse"

                                Eloi de Souza Garcia, INMETRO

12h15                    "Solar Photovoltaics – The challenges and potential for research into a sustainable future"

Ian Forbes, Operations Manager, Northumbria Photovoltaics Applications Centre (NPAC)

14h20                    "Opportunities for climate change mitigation in the Brazilian agricultural sector"

Carlos Cerri, CENA/USP              

14h55                    "Climate Change and Bioengineering"

Paul Valdes, University of Bristol

15h50                   Mesa Redonda

coordenador: Carlos Henrique de Brito Cruz

Gerência de Comunicação da FAPESP / Assessoria de Comunicação

Tel.: 11.3838-4151 / imprensa@fapesp.br

 


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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

No mês de março, a capital amapaense será foco de discussões sobre meio ambiente e crise econômica internacional

EIDAM - Encontro Internacional de Direito Ambiental na Amazônia
 

O Ministério Público do Estado do Amapá inicia o ano de 2009 abraçando a causa do meio ambiente. Em parceria com o Governo do Estado e a Associação Brasileira do Ministério Público do Meio Ambiente (Abrampa), realiza o “Encontro Internacional de Direito Ambiental na Amazônia: Desafios Socioambientais em Tempos de Crise Econômica - EIDAM”, que acontecerá no Teatro das Bacabeiras (Rua Cândido Mendes, s/n°, Centro, Macapá – Amapá), no período de 4 a 6 de março. O objetivo do evento é debater a relação entre a crise econômica mundial e a Amazônia, bem como propor alternativas de desenvolvimento regional com justiça socioambiental para a região.

O encontro visa discutir os problemas atuais e suas conseqüências no futuro da maior floresta tropical remanescente do planeta. Dessa forma, serão realizados sete painéis: “Meio Ambiente e Crise Econômica Mundial”, “Conflitos Socioambientais Contemporâneos”, “Compartilhando Experiências na Promoção da Justiça Socioambiental”, “O Papel do Ministério Público na Promoção da Justiça Socioambiental”, “O Sistema Jurídico e o Direito Ambiental”, “Mecanismos Jurídicos de Promoção de Benefícios de Serviços Ambientais” e “Desafios do Direito Ambiental em Tempo de Mudanças Climáticas”.
Durante as atividades, serão discutidas questões sociais, econômicas, políticas e ambientais, tais como o envolvimento do Ministério Público do Estado do Amapá com o contexto socioambiental, conflitos agrários, desmatamentos versus valorização do meio ambiente, preservação das bacias hidrográficas, atividades de mineração, entre outros temas.

O EIDAM tem como público-alvo os promotores de justiça, procuradores da República, juízes, advogados, pesquisadores, cientistas, policiais, gestores públicos e empresários com atuação na Amazônia, estudantes de Direito e de áreas afins. Vários países terão representantes no encontro, como é o caso dos Estados Unidos, Argélia, Alemanha, Costa Rica, Espanha, El Salvador, Honduras, México, Panamá, Paraguai e França.

As inscrições para o Encontro Internacional de Direito Ambiental na Amazônia poderão ser realizadas pelo site www.mp.ap.gov.br/eidam ou no local do evento caso haja disponibilidade de vagas. Os valores variam de R$60 a R$250. Estudantes e associados da ABRAMPA (Associação Brasileira do Ministério Público do Meio Ambiente) e da AMPAP (Associação do Ministério Público do Estado de Amapá) têm valores diferenciados (confira tabela completa abaixo).

Motivos para a realização do EIDAM

Com a crise econômica mundial, os investimentos que são aguardados para a Amazônia em relação a projetos de preservação e desenvolvimento sustentável tendem a minguar. O mesmo se aplica em termos regionais, pois os governos e organismos de fomento da região precisam de recursos para apoiar os projetos que busquem o desenvolvimento na região. Hoje, essa situação está prejudicada em função da recessão econômica.

De acordo com a organização do EIDAM, a situação da floresta amazônica pode se tornar mais preocupante em tempos de crise. Desse modo, o encontro propõe algumas medidas que podem ser adotadas como prevenção a esse quadro. Uma atuação vigilante dos órgãos de comando e controle e, em especial, dos Ministérios Públicos na promoção da justiça socioambiental, são decisivos neste momento. Além disso, torna-se cada vez mais necessário o apoio à ciência e à tecnologia.

Nos dias 4, 5 e 6 de março, o EIDAM trará à Amazônia, na confluência da linha do Equador com o Rio Amazonas, algumas das importantes personalidades do Direito Ambiental do mundo para debater soluções que irão repercutir sobre o meio ambiente em geral e, em especial, sobre a maior floresta tropical do planeta. O evento se destaca por privilegiar o compartilhamento de experiências bem sucedidas no Brasil e no Mundo. Isso contribuirá para a ampliação da consciência global acerca dos relevantes serviços ambientais que a floresta presta para o planeta.

O Ministério Público do Estado do Amapá tem sido incansável na defesa do meio ambiente. Dentre as ações que merecem destaque, vale citar o acompanhamento dos processos de licenciamento ambiental de grandes empreendimentos no Estado. A realização do Encontro Internacional de Direito Ambiental na Amazônia (EIDAM) é outra demonstração de comprometimento do MP-AP com a região.


SERVIÇO:
EIDAM - Encontro Internacional de Direito Ambiental na Amazônia
Data: 4, 5 e 6 de março
Horário: 8h30 às 20h
Local: Teatro das Bacabeiras (Rua Cândido Mendes, s/n°, Centro, Macapá – Amapá)
Mais informações: www.mp.ap.gov.br/eidam

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Projeto São Francisco protege biodiversidade da caatinga

O bioma caatinga tem uma surpreendente diversidade de vida animal, que está sendo desvendada e conservada por meio do Projeto de Integração do Rio São Francisco com Bacias Hidrográficas do Nordeste Setentrional. “O Projeto São Francisco está dando a oportunidade de revelar o que é realmente a caatinga. Nós temos aqui mais de 30 espécies de formigas, entre 280 e 300 de aves e outras 48 de répteis, só para dar alguns exemplos”, avalia o professor Luiz Cezar Machado Pereira, pesquisador da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), cuja equipe trabalha para conservar espécies da Fauna e da Flora nativas, protegendo-as durante a construção do canal. No total, o Projeto inclui 36 Programas Básicos Ambientais foram criados para minimizar os impactos ambientais da construção dos canais do Eixo Norte, projetado para rasgar 426 quilômetros da caatinga, e do Eixo Leste, de 287 quilômetros.

O resgate de centenas de espécies com vida só é possível graças ao apuro do critério técnico. Com ele vêm as surpresas. A própria comunidade científica sempre achou que a caatinga era pobre, por exemplo, em anfíbios. Não é. Um exemplo é a presença da perereca verde, da espécie Phyllomedusa nordestina, não esperada na caatinga. Num só dia de trabalho, os técnicos encontraram 30 exemplares dela. Mais uma demonstração de que as informações da comunidade científica sobre a caatinga são “escassas”, na avaliação do professor Luiz Pereira. “A conservação da natureza acontece quando se protege e se leva desenvolvimento à comunidade. Isso é desenvolvimento sustentável”, defende Pereira.

A expectativa em torno da publicação de trabalhos sobre esse bioma, daqui para frente, é grande, principalmente no campo da zoologia. Em breve surgirão trabalhos científicos informando com riqueza de detalhes técnicos, por exemplo, que a caatinga é similar ao cerrado brasileiro em relação à diversidade das espécies de mamíferos que ocorrem em cada um desses biomas.

Multidisciplinar – Biólogos, arqueólogos, botânicos, engenheiros vêm colecionando surpresas no canteiro de obras. Há trechos de caatinga que parecem danificados pela ação humana, mas isso não é verdade. O rareamento da vida selvagem é natural. “Para entender isso é preciso entender de solo, de geologia, de relevo, fauna, flora, arqueologia e a comunidade humana atual. É preciso interação de conhecimentos. Não dá para separar”, explica Pereira.

Primeiro, os técnicos dividem a área em talhões (lotes) e precisam seguir uma escala cronológica para suprimir a vegetação nesses talhões. Antes do corte da vegetação, porém, a equipe de fauna afugenta principalmente os animais vertebrados (mamíferos de médio e grande porte como veado caatingueiro, e o tamanduá- mirim). “A passagem dos arqueólogos antes da equipe de fauna e flora é importante para avaliar o que havia no local há 10 mil, 20 mil anos.


Assim, o Ministério da Integração Nacional segue as instruções do Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que concedeu a licença para a implantação do projeto, a chamada LI (Licença de Instalação). A LI determina que toda a supressão da vegetação no canal e reservatórios tem que ser acompanhada de resgate da fauna e do germoplasma (recursos genéticos de uma espécie). Para acontecer o resgate é preciso haver um bom plano de supressão vegetal. “As duas ações têm que ser muito concatenadas”, enfatiza o pesquisador da Univasf.

O Projeto – O Projeto de Integração do Rio São Francisco com as Bacias Hidrográficas do Nordeste Setentrional é um empreendimento do Governo Federal, sob a responsabilidade do Ministério da Integração Nacional, destinado à assegurar a oferta de água, em 2025, a cerca de 12 milhões de habitantes de pequenas, médias e grandes cidades da região semi-árida dos estados de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte.

A integração do rio São Francisco às bacias dos rios temporários do Semi-árido será possível com a retirada contínua de 26,4 m³/s de água, o equivalente a 1,4% da vazão garantida pela barragem de Sobradinho (1850 m³/s) no trecho do rio onde se dará a captação. Este montante hídrico será destinado ao consumo da população urbana de 390 municípios do Agreste e do Sertão dos quatro estados do Nordeste Setentrional. Nos anos em que o reservatório de Sobradinho estiver vertendo, o volume captado poderá ser ampliado para até 127 m³/s, contribuindo para o aumento da garantia da oferta de água para múltiplos usos.

O Eixo Norte, a partir da captação no rio São Francisco próximo à cidade de Cabrobó – PE, percorrerá cerca de 400 km, conduzindo água aos rios Salgado e Jaguaribe, no Ceará; Apodi, no Rio Grande do Norte; e Piranhas-Açu, na Paraíba e Rio Grande do Norte. Ao cruzar o estado de Pernambuco este eixo disponibilizará água para atender as demandas de municípios inseridos em 3 sub-bacias do rio São Francisco: Brígida, Terra Nova e Pajeú. Para atender a região do Brígida, no oeste de Pernambuco, foi concebido um ramal de 110km de comprimento que derivará parte da vazão do Eixo Norte para os açudes Entre Montes e Chapéu.

O Eixo Leste que terá sua captação no lago da barragem de Itaparica, no município de Floresta – PE, se desenvolverá por um caminhamento de 220 km até o rio Paraíba – PB, após deixar parte da vazão transferida nas bacias do Pajeú, do Moxotó e da região agreste de Pernambuco. Para o atendimento das demandas da região agreste de Pernambuco, o projeto prevê a construção de um ramal de 70 km que interligará o Eixo Leste à bacia do rio Ipojuca.

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Manifestação no Consulado da China

 
 

No dia 13, sexta-feira, de 2009 o Brasil foi palco de uma manifestação contra a matança de animais. Manifestante protesta contra uso de pele animal em frente ao Consulado da China. A manifestação organizada pela Antifur Coalition ocorreu em mais de 40 países. No Brasil, o protesto silencioso foi organizado pelo movimento Holocausto Animal.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Alteração climática e prejuízo financeiro


Antonio Carlos Porto Araujo * 
 
As mudanças climáticas, numa análise macroeconômica, são consideradas como o principal fator de risco para a economia mundial. Ela deverá acarretar até 2012, movimentações financeiras diretas e anuais da ordem de mais de US$ 200 bilhões. Grande parte em prejuízos decorrentes de indenizações em seguros e adequações às políticas nacionais de cada país no controle de emissões de gases de efeito estufa. Não é exagero supor que o clima poderá se tornar ponto primordial de todas as questões relacionadas com a segurança e soberania das nações. Nesse conjunto de fragilidades, o Brasil é obrigado a manter programas emergenciais para minimizar os sintomas e efeitos da devastação ambiental provocada essencialmente por ações antrópicas do homem moderno.Poderíamos continuar a elencar todo o tipo de preocupação que cada profissional convive no seu dia-a-dia em função da deterioração da qualidade ambiental e climática no mundo e, em especial, no Brasil.        
Ocorre que, como toda a questão, envolve diretamente impactos financeiros e econômicos. Não se trata de deixar de lado a questão social, nem de discutir qual questão merece maior preocupação. Trata-se de articular as preocupações e procurar um equacionamento economicamente viável, ambientalmente amigável, politicamente exeqüível, socialmente justo.A maior demanda por serviços públicos de saúde em decorrência do aumento da temperatura, da diminuição da qualidade do ar, das epidemias, dentre outras, poderá criar necessidades de gastos anuais na ordem de R$ 8 bilhões.
A quebra de produção agrícola com secas e enchentes, a perda em armazenagem e transporte deve gerar prejuízos no Produto Interno Bruto (PIB) agrícola de cerca de R$ 10 bilhões.Fazendo um cálculo conservador, no Brasil, os prejuízos decorrentes das alterações climáticas e a perda de geração de receita nos diversos setores produtivos poderão representar um montante de cerca de R$ 47 bilhões durante o ano de 2009, igual a todo o PIB do Uruguai e Paraguai somados.Se essa ineficiência pudesse ser evitada, os benefícios seriam percebidos distributivamente. Melhor qualidade no emprego das receitas públicas, maior capacidade de investimento na produção – viabilidade de retorno ao investimento prudente – enorme poder de geração de emprego e renda.A solução, então é enfrentar esse desafio com esforços conjuntos da sociedade e com o fomento do governo nas três esferas, para que a questão ambiental seja trabalhada dentro do conceito que possamos sair perdendo menos com isso. 
 
* Antonio Carlos Porto Araujo é advogado, ambientalista, consultor da Trevisan Consultoria e editor da Trevisan Editora Universitária.Email: antonio.araujo@trevisanconsult.com.br

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Meio Ambiente é tema do Jovem Cientista

Energia e Meio Ambiente é o tema do XXIV Prêmio Jovem Cientista, que recebe inscrições até 31 de julho. Podem participar estudantes dos ensinos médio e superior e também graduados. As premiações chegam até R$30 mil. Os primeiros colocados recebem ainda bolsas de estudo do CNPq. As inscrições são gratuitas e o regulamento completo do prêmio - iniciativa da Gerdau, CNPq e Fundação Roberto Marinho - está disponível em www.jovemcientista.cnpq.br.
 

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

reComunicação Ambiental

PAINEL I - COMUNICAÇÃO AMBIENTAL COMO INSTRUMENTO PARA GERAR VALOR NAS ORGANIZAÇÕES
- Aonde quero chegar? A importância de trabalhar o "Posicionamento da Organização" (e de empreendimentos) quanto a Responsabilidade Socioambiental;
- Política Corporativa de Comunicação Ambiental - Alinhar ao posicionamento, ao atendimento dos requisitos legais (RIMAS e Audiências Públicas) e estabelecer metas.

PAINEL II - PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE COMUNICAÇÃO AMBIENTAL
- Definir Prioridades para os investimentos em programas de patrocínio e planos: escolhas de materiais e veículos adequados - o dignóstico da percepção;
- Relacionamento na cadeia produtiva: Como se apropriar dos ativos na comunicação ambiental;
- Comunicação Ambiental e o Público Interno: O empregado como difusor da Informação;

PAINEL III - A AVALIAÇÃO DE RESULTADOS DE PROGRAMAS DE COMUNICAÇÃO AMBIENTAL
- Como avaliar o desempenho dos programas de comunicação ambiental;
A formulação de indicadores e escolha de meios de verificação: construção coletiva;
- O monitoramento de programas de comunicação ambiental, o investimento necessário.

PAINEL IV - APRESENTAÇÃO DE CASES DE SUCESSO

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